Continuidade de Negócios é investimento ou despesa?

“Continuidade de Negócios é investimento ou despesa?” é uma pergunta recorrente ao longo dos 20 anos de história da STROHL Brasil.

Continuidade de Negócios é investimento ou despesa?Os motivos para a implantação de um sólido Programa de Continuidade de Negócios – PCN – e suas componentes: resposta a incidentes, gestão de crises, contingência e recuperação de desastres podem ser vários, desde o comprometimento executivo com a proteção dos ativos corporativos críticos a requisitos regulatórios ou contratuais, não necessariamente nesta ordem.

Sem dúvida implantar e manter o Programa de Continuidade de Negócios – PCN – requer recursos humanos – homens/hora – e financeiros para viabilizar e manter as infraestruturas que suportarão o programa para: mitigação dos riscos existentes nas infraestruturas operacionais, contratação ou adequação do local alternativo de trabalho e do Data Center de recuperação de desastres – DR.

Contabilmente comprar equipamentos normalmente é investimento (CAPEX) enquanto a manutenção de todas as infraestruturas é despesa operacional (OPEX).

Mas na prática será que podemos usar estas duas classificações?

Na visão da STROHL Brasil, baseada nos seus 20 anos de experiência na implantação e manutenção de Programas de Continuidade de Negócios – PCN – em empresas de diferentes segmentos e portes (serviços realizados) esta classificação deve incluir também os ganhos de produtividade e qualidade decorrentes do PCN.

Ganhos de produtividade e qualidade

Muito frequentemente na etapa de Avaliação de Riscos são identificadas inúmeras situações de risco, ou não previamente identificadas ou então consideradas “normais” pela organização, que depois de tratadas mediante a implantação de controles (que requerem alguma forma de recursos humanos e financeiros), diminuem a exposição ao risco e, consequentemente, aumentos na disponibilidade.

Na etapa seguinte, a Análise de Impacto nos Negócios – BIA -, além da quantificação dos vários tipos de impactos e outras informações decorrentes de uma interrupção significativa, também são identificadas inúmeras oportunidade de melhorias nos processos com ganhos de produtividade, qualidade e redução do risco.

Mais adiante, na etapa dos exercícios e testes nos ambientes de contingência, também são identificadas novas oportunidade de melhorias nos processos que, invariavelmente, demandam novas melhorias nos processos, principalmente nos testes de DR.

Portanto, na nossa visão, a avaliação a ser feita é a de “Custo x Benefício” e não de “Investimento ou Despesa”.

Fazer a avaliação de “Custo x Benefício” não é uma tarefa simples, decorrentes do PCN e das várias outras iniciativas normalmente em andamento nas empresas.

Mas limitar a avalição a “Investimento ou Despesa” é o mesmo que deixar de contratar e manter um seguro de vida porque só será usado uma vez.

STROHL Brasil, a 20 anos contribuindo com a Continuidade de Negócios das organizações.

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