E se tudo der certo como é que eu fico?

E se tudo der certo como é que eu ficoEste post “E se tudo der certo como é que eu fico?” é o penúltimo desta série, iniciada com “Bolsa a 100.000 pontos.   E o PCN com isso”, depois “Fica tudo como está ou quase” e o anterior “Pior do que está sempre pode ficar” que analisam os efeitos dos possíveis cenários macro econômicos na resiliência pessoal e, a partir destas análises, mitigar os impactos das ameaças potenciais decorrentes.

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O post anterior “Pior do que está sempre pode ficar” foi para um cenário pessimista.   Este post “E se tudo der certo como é que eu fico?” é para um cenário otimista, isto é, o governo federal não só aprova a Reforma da Previdência por ampla maioria no Congresso como, na sequência, apresenta novas reformas e medidas para aumentar a eficiência do estado brasileiro.

Com esta aprovação e este conjunto de propostas haverá um aumento na confiança interna e externa no governo e consequentemente na economia brasileira, aumento nos investimentos, aquecimento no consumo, geração de empregos e crescimento do PIB.   Um cenário sonhado por muitos há muito tempo!

Você está preparado para o cenário “E se tudo der certo como é que eu fico?”   Apesar de otimista, ou muito otimista, nem tudo será um mar de rosas.

Novamente, 3 situações para o cenário “E se tudo der certo como é que eu fico?” para contextualizar melhor. 

Você está ou é:

Empregado: num cenário de pleno emprego e/ou de economia aquecida bons profissionais serão disputados.   Esta é a sua oportunidade de impulsionar a sua carreia profissional.   Profissionais atualizados, antenados com as novas tecnologias, com as transformações decorrentes da 4ª Revolução Industrial etc. terão maiores possibilidades de sucesso do que aqueles que ficaram defasados e/ou não investiram na sua atualização e capacitação profissional.   Uma das muitas variações de um ditado popular diz: “um cavalo selado não passa duas vezes”.   Qual é o seu Plano B para aproveitar esta oportunidade, que pode ser única?   Estar no lugar certo, na hora certa e perceber isto é uma tremenda vantagem competitiva.

Inclua nas suas avaliações de risco vários ofensores como: taxa de “turn over” da empresa; a sua relação idade x custos x retorno que já abordamos no post “Fica tudo como está ou quase”; aquisições ou fusões; se a sua empresa compra ou é comprada por outra, consolidações corporativas em outros países ou regiões do Brasil etc.

Desempregado: muitas vagas de emprego fechadas durante a longa crise deixaram definitivamente de existir.   Os processos foram otimizados, transferidos, consolidados etc. de forma que aquela pessoa, com aquelas habilidades, para executar aquelas tarefas não é mais necessária.   Ou seja, você precisará ter novas habilidades para ser competitivo frente as novas necessidades do novo mercado de trabalho.   Você já deveria estar executando um Plano B para desenvolver estas novas habilidades.

Empresário – aqui duas situações:

Candidato a empresário: abordaremos esta situação no nosso próximo, e último, post sobre os Planos B que repito, vejo como inevitáveis nas nossas vidas profissionais, pelo menos para a grande maioria de nós.

Empresário estabelecido: hora de desenvolver novos cenários de riscos e oportunidades – análise SWOT, planejar investimentos, preparar para vender a empresa, expansão gradativa ou por aquisição, redimensionar o quadro de colaboradores, buscar novos forncedores, novos mercados, novos produtos e serviços, considerar a perda dos principais talentos para o mercado … Não tem jeito, temos sempre que pensar no Plano B.

Ao longo desta série de posts vimos a necessidade de mapearmos e analisarmos adequadamente os riscos e oportunidades que podem afetar a nossa vida profissional e, a partir destas análises, desenvolver planos de ação, os Planos B, que serão o tema no nosso próximo post desta série.

Não se esqueça das nossas recomendações de leitura: os livros “Empregabilidadede José Augusto Minarelli e “A Arte da Guerra” de Sun Tzu.   Há muitos outros livros que poderão te ajudar com certeza.   Leia-os.   São para o seu próprio bem e, consequentemente, para a sua família.

Então, fica combinado, até o último post da série “Como desenvolver o Plano B”.

Sidney R. Modenesi, MBCI, LDRM

Entusiasta em Resiliência

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