Conceitos básicos – Por que fazer backups?

Conceitos básicos - Por que fazer backups

Conceitos básicos – Por que fazer backups?

Não é possível pensar em Recuperações de Desastres de Tecnologia da Informação e/ou Continuidade de Negócios sem pensar em BACKUPs e seu complemento os RESTOREs.

Backups e restores são componentes fundamentais nas atividades diárias das organizações havendo, portanto, a necessidade de um sólido programa de backups&restores que levem em conta as necessidades de recuperação dos processos produtivos diários e, também, as necessidades de recuperação de um desastre ou de um incidente cibernético de segurança da informação, um arquivo criptografado, por exemplo.

O que é backup?

Backup nada mais é do que fazer cópias de um ou mais arquivos eletrônicos, da mesma forma que fazemos cópias de documentos, para tentar assegurar que, na eventualidade da perda dos arquivos originais importantes, ainda tenhamos uma cópia (backup) destes arquivos para serem recuperados.

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O que é restore?

Restore nada mais é do que restaurar, no local original ou em outro local, um ou mais arquivos eletrônicos a partir de uma cópia feita anteriormente (backup).

É importante lembrar que restores precisam ser testados validando tanto o processo de cópia como o de recuperação.   Não é incomum situações onde há a necessidade de um restore e descobre-se que ou o backup foi feito de forma incorreta ou o restore não atende as necessidades de recuperação

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O que é perda de dados?

Para explicar perda de dados vamos utilizar um exemplo.   Digamos que todos os dias às 22:00 hs. realizamos o backup de um conjunto de arquivos, seja o que for: planilha Excel, vídeo, cadastro eletrônico etc.

No dia seguinte, nós continuamos trabalhando normalmente naqueles nossos arquivos até que, às 14:00 hs. ocorre uma pane no nosso sistema de computador e estes nossos arquivos não estão mais disponíveis, definitivamente.

Portanto, tudo o que foi feito, alterado, excluído, modificado entre às 22:00 hs. do dia anterior (backup) até às 14:00 hs. de hoje (horário da pane) estará definitivamente perdido e terá que ser refeito, se for possível.

Em Continuidade de Negócios esta perda de dados chama-se RPO – Recovery Point Objective.   Normalmente, quanto menor o RPO mais complexa e cara será toda a estratégia de backup&restore.   Temos um vídeo bem curto explicando tecnicamente este e outros conceitos importantes em https://www.youtube.com/watch?v=mK4bdnPxU3k&t=8s

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O que é backup interno e backup externo?

Backup interno é aquele que fica armazenado no mesmo local físico que o conjunto de arquivos copiados, isto é, se houver um problema físico no local onde os arquivos e os backups estão armazenados tudo estará perdido.

Para evitar este risco armazena-se o backup num local externo, que pode ser próximo ou não do local original.

Para não se perder tempo, é uma prática nas Data Centers a realização de backups internos e externos.

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Armazenamento de dados na nuvem precisa de backup?

Nos dias de hoje o termo “nuvem” tem sido usado com muita frequência e, muitas vezes, de maneira equivocada.

“Nuvem” nada mais é do que um pedaço de um Data Center físico de alguém, de um terceiro, com uma infraestrutura, controles etc. profissionais e com qualidade muito superior do que estruturas “domésticas”.

Portanto, armazenamento de dados na nuvem também precisa de backup que pode ser realizado em outro local, até mesmo em outra nuvem.

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Mídias removíveis e não removíveis

Os nomes são intuitivos, mídias removíveis são aquelas que podem ser removidas do local da realização do backup e levadas para um outro local.   Exemplos: pendrive, DVDs, fitas magnéticas etc.

Mídias não removíveis, em contrapartida, são fixas e não podem ser removidas do local da realização do backup.   Exemplo: discos magnéticos ou assemelhados.

Mídias removíveis são, em geral, mais lentas, tem menor capacidade, menor vida útil, maior taxa de erros que as não removíveis.

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Volume de dados x tempos x complexidade

Realizar backup de arquivos pequenos é, em geral, simples e rápido.   Porém, à medida que a quantidade de dados a serem copiados (backup) aumenta significativamente (muitos gigabytes, terabytes, petabytes etc.), mais tempo levará o backup, a ponto de ficar inviável operacionalmente, assim como a complexidade da sua realização.

Os mesmos problemas ocorrerão com os restores com agravantes caso o arquivo a ser recuperado seja um banco de dados, onde os tempos de restore poderão ser de 3 a 5 vezes maiores do que o do backup.

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